"Não que eu queira ser sincero
Mas há culpa naquilo que espero?
O som da música por inverso me tira da harmonia,
Aquela atmosfera que antes sorria agora tranca a vida,
Quando se tranca só é possível abrir de dentro para fora,
Quando se fecha haverá em algum lugar uma chave que te traga de volta.
Tente relaxar, se acalmar,
Não deixe seu céu perder o azul mar,
Para virar cinzas, perder toda a riquezas.
Não me deixe levar por fantasias onde não há casas,
Não me deixe levar essa vida vazia,
Só espero não tentar decorar esse vazio com marfim,
Não queria que esse fosse meu fim,
Transformar meus braços e pernas em mísera perolas,
Eis de cada um avaliar o precioso de cada olhar,
O cinza do céu, o preto do réu,
Perolas roubadas compram o véu,
Não jogue suas pérolas aos porcos
Entretanto os porcos preferem a lama da terra..."
Mas há culpa naquilo que espero?
O som da música por inverso me tira da harmonia,
Aquela atmosfera que antes sorria agora tranca a vida,
Quando se tranca só é possível abrir de dentro para fora,
Quando se fecha haverá em algum lugar uma chave que te traga de volta.
Tente relaxar, se acalmar,
Não deixe seu céu perder o azul mar,
Para virar cinzas, perder toda a riquezas.
Não me deixe levar por fantasias onde não há casas,
Não me deixe levar essa vida vazia,
Só espero não tentar decorar esse vazio com marfim,
Não queria que esse fosse meu fim,
Transformar meus braços e pernas em mísera perolas,
Eis de cada um avaliar o precioso de cada olhar,
O cinza do céu, o preto do réu,
Perolas roubadas compram o véu,
Não jogue suas pérolas aos porcos
Entretanto os porcos preferem a lama da terra..."
Comentários
Postar um comentário