Por mais que seja cômico, Me diga para que temos cômodos? Novamente estou rindo, para não chorar. Vejo novamente o sentido da vida se esvair, Angustiado contaminado, Tudo o cinza se parece com a vida. Aonde está a cor? Aonde vejo felicidade? Minha preguiça me mata aos poucos, Meu ócio mostra qual será a sentença, Os porcos e perolas, qual dos dois eu sou? Angustia, sentido, ganho e perco na mesma sequência. Clemência com certeza não é o que preciso. Por mais que seja cômico estar de novo nessa atmosfera, Por mais que seja cômico todo o choro, Por mais que seja, me vejo só, cercado de seres vivos, Cercado por cercas vivas.
Expanda seu mundo,se questione, critique a sua própria crítica. Exercite o seu modo de olhar...