Por mais que seja cômico,
Me diga para que temos cômodos?
Novamente estou rindo, para não chorar.
Vejo novamente o sentido da vida se esvair,
Angustiado contaminado,
Tudo o cinza se parece com a vida.
Aonde está a cor? Aonde vejo felicidade?
Minha preguiça me mata aos poucos,
Meu ócio mostra qual será a sentença,
Os porcos e perolas, qual dos dois eu sou?
Angustia, sentido, ganho e perco na mesma sequência.
Clemência com certeza não é o que preciso.
Por mais que seja cômico estar de novo nessa atmosfera,
Por mais que seja cômico todo o choro,
Por mais que seja, me vejo só, cercado de seres vivos,
Cercado por cercas vivas.
Me diga para que temos cômodos?
Novamente estou rindo, para não chorar.
Vejo novamente o sentido da vida se esvair,
Angustiado contaminado,
Tudo o cinza se parece com a vida.
Aonde está a cor? Aonde vejo felicidade?
Minha preguiça me mata aos poucos,
Meu ócio mostra qual será a sentença,
Os porcos e perolas, qual dos dois eu sou?
Angustia, sentido, ganho e perco na mesma sequência.
Clemência com certeza não é o que preciso.
Por mais que seja cômico estar de novo nessa atmosfera,
Por mais que seja cômico todo o choro,
Por mais que seja, me vejo só, cercado de seres vivos,
Cercado por cercas vivas.
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